Não Culpe o Capitalismo



Pessoal, eu,

Anselmo Heidrich, o Fernando Raphael Ferro de Lima e o Luis Lopes Diniz Filho,

administradores dos blogs


respectivamente, acabamos de lançar um libelo da GEOGRAFIA ANTI-MARXISTA, o 1º do país!

Prestigiem...

Compre o livro NÃO CULPE O CAPITALISMO nos links abaixo:




segunda-feira, abril 27, 2015

O mapa mostra, mas cada um vê o que quer


Sobre:
Todos os mapas que você conhece são ruins http://brasil.elpais.com/brasil/2015/04/14/cultura/1429016086_681676.html via @el_pais

Colegas,
Na referida matéria, o título é que está errado: os mapas não são ruins, são mapas e como tais, deformações da realidade, simples assim. Se não os querem, que utilizem um globo. Esta é a sina dos títulos das matérias jornalísticas, que parecem escritos por pessoas alheias à quem escreveu o texto por completo (e muitas vezes é isto mesmo que se passa). Tomemos o exemplo de Mercator (1562?), que segundo a própria matéria preservou os ângulos perfeitamente para auxiliar no que havia de mais hi-tec na época: a navegação. Este era o objetivo, pragmático e não ideológico. Ideológico é o uso posteriormente feito. Portanto, se quiserem julgar as obras cartográficas de 500 anos atrás, pelo menos, "se transportem" à época, se relativizem para entender o porquê delas terem existido e porque foram criadas como tais. Agora, se o mundo não deveria ser representado sempre da mesma forma, hegemônica, por que então os interessados não procedem como os australianos, diabos? Ou como os americanos? Ou como os japoneses? Países que normalmente colocam seus territórios no centro e acima nas representações cartográficas. Por isto não aguento esta chorumela terceiro-mundista de "não nos reconhecem buáááááá!!!!" Ora, que se faça a sua versão ou adaptação e se escolha (ou crie) projeção mais adequada aos seus princípios e objetivos então. Eu, particularmente, aprecio a projeção de Peters que, em que pese algumas deformidades, ainda assim é bem melhor do que a de Mercator e outras para representar áreas de fenômenos (Amazônia, p.ex.) de modo mais fidedigno. Este é o meu objetivo. Para mim, quem a usa porque "nos representa melhor, valorizando nossa terra" simplesmente não entendeu o que há de melhor nela, sua objetividade na representação/comparação entre áreas. Agora, cada um utiliza conforme lhe inspire. Quer utilizar um mapa contando uma história falaciosa de que "fazem assim para nos dominar", faça bom proveito e engula a pílula vermelha da Matrix. Só mesmo com muita insegurança psíquica (transmutada para a política) para achar que alguém quer diminuir a América do Sul ao aumentar (intencionalmente) a Groenlândia(!).
Mas se o uso ideológico é um fato, por que não denunciar? Porque só isto nada adianta. Faça algo! Se mexa e deixe de bancar o inútil! Faça como os australianos e ainda ganhe dinheiro vendendo camisetas. Isto sempre foi assim, representar-se acima e no centro, porque é da natureza animal (mais que simplesmente humana) enxergar o mundo a partir de si e referenciá-lo tendo a si próprio como sujeito ativo e protagonista. Se não fosse assim, nossa própria sobrevivência enquanto espécie estaria ameaçada, ora! Mapas árabes colocavam o Oriente Médio acima; os medievais católicos colocavam a península itálica acima do norte europeu, porque este era bárbaro e não podia, simbolicamente, estar representando algo superior ou norteador, mesmo que fosse o norte. E notem que a Terra Santa, no Oriente Médio estava acima da Europa. Normal, absolutamente normal, ou alguém acha que o Valhalla estaria abaixo do mundo mortal para uma saga?
Colegas, a matéria não é de todo ruim, mas é confusa, para dizer o mínimo. Depois, ao final, começa a discutir mapas temáticos. Ora, isto não tem nada a ver com o tipo de projeção mais adequada ou posicionamento do mapa para enfatizar continentes. Mapas temáticos, de demografia, qualidade de vida, emprego, desmatamento, poluição etc. são nossas opções para fins específicos. Algo a la carte e não "representações do mundo". Portanto, apresentar aquelas como alternativas às projeções significa não entender o trivial, que são mapas que se complementam na busca do conhecimento. Não há nada, enfim, de errado em escolher um mapa com a Europa centralizada ou a África centralizada e acima, aliás, é ótimo poder mostrar ambos aos alunos para que se discuta isto mesmo, pontos de vista e visões até históricas sobre diferentes situações. Patético portanto é dizer que são ruins... Não! São todos certos e basta escolhermos qual será nossa opção num dado momento. Mapas são como vestuário ou gastronomia, qual vai ser hoje?
Agora, se o teu pendor ou obsessão é evidenciar conspiração, só posso te ajudar programando o GPS para te levar ao destino mais adequado...

https://www.google.com.br/maps/place/Instituto+Federico+Mora/@14.632759,-90.558313,17z/data=!3m1!4b1!4m2!3m1!1s0x8589a1b671d360ef:0x4820c75abfbe3349

________________________
* Para quem quiser ler outro comentário, sobre matéria muito pior conferir:


Interceptor: Doutrinação e empulhação no ensino de geografia - ... http://inter-ceptor.blogspot.com/2013/12/doutrinacao-e-empulhacao-no-ensino-de.html?spref=tw

Interceptor: Doutrinação e empulhação no ensino de geografia - ... http://inter-ceptor.blogspot.com/2013/12/doutrinacao-e-empulhacao-no-ensino-de_11.html?spref=tw


quinta-feira, abril 23, 2015

Resistência meia-boca


Sobre : O mercado são as pessoas | Estudantes Pela Liberdade: http://epl.org.br/2014/09/30/o-mercado-sao-as-pessoas/#.VTjg_NA7xNQ.twitter
A princípio eu simpatizo com a causa deles, mas os locadores malvadões que teriam entrado com uma ação(?) contra os ambulantes informais (ilegais, na verdade) pagam pelo aluguel, certo? E não se engane, há "pequenos ambulantes" que não são microempresários lutando pela sua subsistência como se sem aquilo padeceriam na sarjeta da amargura. Cansei de ver, quando eu trabalhava em um curso na Liberdade, em São Paulo um sujeito estacionar um BMW onde eu deixava o carro. Outro dia cheguei antes dele e quando ele parou o carro, tranquilamente tirou do porta-malas uma mesinha dobrável destas que oferecem os produtos nas ruas. Antes que algum libertário vomite porque eu estou criticando o sujeito "por ser rico" escute isto: não se trata de criticá-lo por ter um bom patrimônio, mas sim de criticar a situação na qual alguns que são obrigados a pagar tributos "pela subsistência" não têm correspondência em outros, CONCORRENTES, que não fazem nada disto, usam empregados que vendem produtos consignados sem lhes pagar os mesmos tributos que os locatários são obrigados. Então, que fique claro, meu protesto não é contra os pequenos ambulantes, mas sim contra a miopia dos estudantes que protestaram contra a reitoria de não fazer o manifesto amplo e, fundamentalmente, justo, i.e., contra o sistema que pesa sobre uma camada de empresários, legalistas, e alivia sobre o "pequeno", que muitas vezes só tem aparência de "pequeno".

Outro detalhe, aparentemente menos importante, mas cujas consequências não o são, a regulação do espaço urbano. Eu me criei em Porto Alegre e naquela cidade, um dos points era a "Rua da Praia" (R. dos Andradas) e, paulatinamente, após sucessivas administrações petistas (porto-alegrense tem que tomar na cabeça mesmo) foi invadida por ambulantes, mas invadida invadida ao ponto de nem se conseguir andar em um calçadão larguíssimo que era. E aí, como ficou o comércio dos "grandões" que dominavam a rua? Gradativamente começou a decair. Então, mais uma vez, o que tem que ser criticado é o sistema que expulsa quem legalmente tenta trabalhar, devido aos custos, devido à burocracia etc. Mas quando se permite que o comércio ocorra de qualquer jeito, em condições privilegiadas para alguns e outros não, eu sou favorável à regulação ostensiva ou a liberação total e de qualquer jeito para todos, TODOS. Mas defender uma categoria, de "pequenos" que nem sei se sempre são "pequenos"... Os quais, muitas vezes, têm várias bancas, uma verdadeira loja sem impostos e obrigações trabalhistas, exceto pela propina do fiscal. Então, o que se vê são nossos liberais, auto-intitulados 'libertários' que choram pela árvore derrubada, enquanto a floresta arde em chamas.

Anselmo Heidrich


domingo, abril 19, 2015

Isto não tem nada a ver com doença mental


"As societies grow decadent, the language grows decadent, too. Words are used to disguise, not to illuminate, action: you liberate a city by destroying it. Words are to confuse, so that at election time people will solemnly vote against their own interests." (Gore Vidal)


REAÇÃO À IMAGENS NOJENTAS PODE REVELAR SE ALGUÉM É DE DIREITA OU ESQUERDA
Conservadores possuem mais tendência a não gostar de imagens "nojentas".
A nova pesquisa foi realizada pela Virginia Tech e os resultados passaram por um algoritmo que comparava toda a movimentação cerebral de liberais e conservadores durante as imagens mais pesadas (mutilação humana, cenas de gore -muito sangue, tripas, etc - e restos de animais).
As ondas cerebrais foram medidas através de ressonância magnética.
Os pesquisadores encontraram que as pessoas com maior sensibilidade àquelas imagens faziam parte do grupo político de conservadores com uma incrível margem de exatidão de 95%.
A pesquisa levou a questionamentos mais profundos, como, por exemplo, se essas respostas de nojo poderiam ser uma reação adversa ancestral, necessária para evitar contaminações, doenças e violência.
Outras coisas nojentas analisadas: coisas não-identificadas grudadas no cano da pia da cozinha, infestações de vermes de moscas, banheiros imundos.
As imagens que mais previam a orientação política foram as de corpos mutilados de animais.
Esquerdismo, quem diria, faz a pessoa mais complacente com barbarismos. Ou será que a pessoa nasce com a tendência?
http://revistagalileu.globo.com/…/forma-com-que-voce-reage-…http://www.sciencedaily.com/releases/2014/…/141029124502.htmhttp://research.vtc.vt.edu/…/liberal-or-conservative-brai…/https://plus.google.com/11706631533909324…/posts/9phBYRWhhuc


Hoje mesmo eu conversava com um fanático direitista que me citou o já clássico "Liberal Mind" que "prova" que o esquerdismo é uma "doença mental". Além da ignorância acerca do que seja 'doença', 'transtorno' e sua ligação com o termo 'mental', o que impressiona é a necessidade de demonstração de superioridade. Eu não gosto dessas teses coletivistas de programas sociais ou propostas que não levem o indivíduo na devida conta e, muito menos, a maneira errada de enxergar a realidade, baseada em categorias coletivas, MAS... Nem por isto preciso torcer a realidade para justificar uma suposta superioridade moral, intelectual e agora, de saúde mental! Se o esquerdismo (coisa que varia historicamente, todos sabemos) fosse mesmo uma doença, isto só o isentaria de responsabilidade, afinal "eles (os esquerdistas) não sabem o que fazem". Bastaria para tanto adotar um protocolo médico específico, psiquiátrico que estaria tudo resolvido e seria de responsabilidade pública (de saúde pública) tratar desse contingente de 'doentes', portadores de transtorno mental. Este estudo incorre na mesma falácia que seria eu argumentar que o fundamentalismo, totalitarismo islâmico para ser mais preciso é questão de doença mental. Ora, tais militantes não são descritos em nenhum CID-10, mas sim foram crianças, jovens verdadeiramente adestradas. E isto é o que mais nos choca: a possibilidade de que qualquer um de nós poderia estar lá... Atirando rojões em jornalistas, coquetéis molotov em policiais, vandalizando redações jornalísticas, invadindo e depredando fazendas, estações experimentais da Monsanto, ocupando e depredando plantações, menos pelo terra em si do que pelo desejo de violação do que é alheio, atirando em chargista, queimando pilotos jordanianos ou simplesmente profanando e quebrando esculturas sagradas de culturas anteriores à vinda do 'profeta'. Isto, por mais apavorante que seja, não é fruto de receptores neuronais com déficits em substâncias químicas necessárias ao bom funcionamento de sinapses. Na verdade, não passam de crenças em utopias daninhas cujas premissas são raízes que se nutrem da morte dos tolerantes.

sábado, abril 18, 2015

Mitos sobre a educação




Leiam a matéria:

Brasil cumpre apenas 2 de 6 metas de educação fixadas pela Unesco


Uma das coisas que mais me incomoda é a visão (míope) de planos macroestruturais, seja na economia ou, como o caso, na educação. Porque basicamente não há análise fina que relacione causa e efeito para além das correlações. O Bolsa-Família se expandiu com a absorção de estudantes, suas matrículas, mas nada indica que haja melhoria (qualitativa) do ensino. Esta se encontra 'maquiada', justamente, pela Progressão Continuada, vulgo "aprovação automática" que nos impede de ver a evolução do aprendizado. Outro ponto é que os princípios nos quais se baseia uma educação anti-meritocrática não propiciam avaliações seguras, mesmo porque os Programas Político-Pedagógicos (PPPs) dessas escolas são, via de regra, contrários a quaisquer avaliações sérias. Pedagogos costumam dizer que estas "discriminam" alunos, estigmatizando-os. Assim, fica difícil evoluir quando nem sequer sabemos para onde vamos. O que sei, dos meus 25 anos em sala de aula é que o Bolsa-Família está condicionado com a presença do aluno em sala de aula e, desta forma, o aluno que não tem nenhum interesse em permanecer em sala para além da pressão de seus pais ou responsáveis, receosos de perderem o benefício. E, como não há obrigação de executar quaisquer tarefas, não copia a matéria, não participa, não executa tarefas e, como faz parte de uma tradição instaurada nas salas de aula devido à contestação (e depreciação) da figura do professor campeia a indisciplina que elevou o Brasil ao posto de campeão mundial em violência escolar. O Bolsa-Família corrompeu o pouco que restava da educação e isto só tende a piorar.


O mito do pré-sal como indutor do desenvolvimento nacional




Sugiro a leitura de:

A roça e a mina. 'O mito do pré-sal está afundando o Brasil'. Entrevista especial com José Eustáquio Alves


Muito esclarecedor, mas... Ele não citou a fonte energética óbvia que deveria ser a tônica do país, pela simples condição de única a poder substituir a contento a dos combustíveis fósseis e a hidroelétrica: A NUCLEAR. O ecologismo o professor parece não lhe permitir sequer cogitá-la como alternativa. Duvido, D-U-V-I-D-O que ventos e/ou insolação sejam capazes de garantir energia constante a grandes centros. Como fontes complementares não há dúvida da sua importância, mas como alternativa para substituição completa, acho difícil. 
Outro detalhe que passou batido foi esta frase "Os recursos da educação deveriam ser garantidos independentemente do pré-sal." Não é assim, os recursos não deveriam ser garantidos independente do pré-sal apenas, mas O PLANEJAMENTO DA EDUCAÇÃO DEVERIA SER GARANTIDO E, CONSEQUENTEMENTE, SEUS RECURSOS. Parece algo óbvio, mas não é... Aqui só se fala em dinheiro, em montante para isso, para aquilo, mas o recurso vai para fazer o que mesmo? Para a educação continuar sendo o que é, do jeito que é mantida, executada, não dá. Melhor então deixar como está. Agora se há um plano de renovação e transparência, daí poderemos orçar quanto, como e onde poderíamos precisar. Sem isto não passa de populismo.

a.h

segunda-feira, abril 13, 2015

Manifestações em Santa Catarina - Fernando Machado/Rhuan Fernandes





"Olavo tem razão" na faixa de Chapecó estragou a matéria. Tolice, uma vez que este astrólogo nunca contribuiu para o debate de aprimoramento do sistema político. Seu foco sempre foi em um processo revolucionário contracultural contra a esquerda propondo algo tão extremista quanto. Uma pena que haja olavetes e militaristas estragando a festa cívica com suas aparições, como se fossem arlequins paranoides a caricaturar um movimento verdadeiro e coerente.

domingo, abril 12, 2015

Por que fora PT? – II





Uma pergunta, não raro tratamos os governantes do PT como “burros” chegando a chamá-los de “antas” e outros qualificativos menos nobres, mas não seriam expertos, inteligentes, articuladores? Veja bem... Não se trata de elogiá-los não, em absoluto, mas de entender o que realmente se passa. Se fossem meros ignorantes eleitos com milhões de votos de outros, ignorantes, seria muito mais fácil derrubá-los. Os membros que compõem o PT podem não ser espécimes dos mais inteligentes, mas a lógica que propõem e a perfídia que se utilizam para deturpar, caluniar e se manter no poder como sanguessugas, esta sim é inteligente, mesmo que seja para o mal. Qual o sentido de dizer que se o ex-presidente FHC tivesse investigado crimes ocorridos na Petrobras durante seu governo, a quadrilha petista ora vigente não teria existido? Esta é uma lógica que propõe a irresponsabilidade, que começa individualmente, “não fui eu” ou “se fui eu é porque sou vítima”, “vítima do sistema”, seja lá o que isto signifique, “não tive chances” etc. e tal. Daí, pular para um esquema de Irresponsabilidade Social Corporativa não é tão difícil, por mais bizarro que isto possa parecer. Como assim? Como uma máfia que articulou um esquema de corrupção bilionário não tem culpa nenhuma? Vejam... um dos ministros do Supremo Tribunal Federal, ex-advogado (ex?) do PT, José Antonio Dias Toffoli, em entrevista, disse que “as empresas são as maiores beneficiadas dos esquemas de corrupção”. Como se os partidos não fossem articuladores, como se agentes do estado não compusessem, informalmente, a direção da ação criminosa.
Por isto não viemos aqui apenas pelo impeachment, embora este seja de suma necessidade. Como nosso governo quer brincar tergiversando, nós nos antecipamos e em neste xadrez, ao invés de respondermos aos ataques do adversário propomos outro embate, noutro campo, para que eles nos respondam e não nós a eles. Já que o PT quis brincar de ‘reformar’ a política, então que aceite discutir em nossos termos:
1)      Redução do número de ministérios e, obviamente, do montante de apaniguados como cargos de confiança;
2)      Impeachment de José Antonio Dias Toffoli como Ministro do STF por crime de responsabilidade ao participar de julgamentos envolvendo o Banco Mercantil, do qual havia contraído empréstimos em 2011;
3)      A imprensa deve ser livre e independente, isto é, não receber pressão negativa contra sua opinião. Seja ela simpática ou lixos ideológicos dos quais somos rivais;
4)      A liberdade econômica não deve se limitar a um inócuo preceito constitucional, deve vir acompanhada de redução das regulamentações e início de um longo processo de desburocratizações que elimine o vício contumaz de “dificultar para se vender facilidades”;
5)      Igualmente com a separação dos poderes, cuja ingerência partidária deve ser defenestrada. Vocês obviamente sabem de quem eu falo, FORA PT!
6)      As eleições devem ser livres e idôneas, i.e., sujeitas a averiguação posterior caso haja qualquer tipo de suspeita, deve ser livre de qualquer tipo de coerção ou “compra de votos”, seja ela institucionalizada através de mecanismos legais ou não;
7)      Fim dos subsídios diretos e indiretos à ditaduras, fim do uso partidário da máquina pública para favorecer governos estrangeiros aliados sem nenhuma racionalidade econômica e valores políticos calcados em princípios republicanos;
8)      E claro, por fim mas não finalmente, o impeachment da presidente Dilma Rousseff pela sua notória incompetência na gestão da máquina pública, seja no conselho administrativo da Petrobras, seja como ministra das minas e energia ou agora, como presidente da república.


12 de Abril


Notícias do Dia, Florianópolis, 12 abr 2015.


quinta-feira, abril 09, 2015

Programa Dídimo Matos Educação e paulofreirismo



Exceção feita às considerações sobre o capitalismo que, obviamente, eu rejeito, eu gostei do vídeo, bons argumentos e parabéns pela coragem de evidenciar a hipocrisia desta ideologia ou, na melhor das hipóteses, ingenuidade. Adorei particularmente a diferenciação (sumamente necessária) entre 'educador' e professor. Educador somos todos nós que temos um mínimo senso de responsabilidade social, professor, no entanto, requer preparo, estudo e prática, o que, evidentemente, não é para qualquer um.