Não Culpe o Capitalismo



Pessoal, eu,

Anselmo Heidrich, o Fernando Raphael Ferro de Lima e o Luis Lopes Diniz Filho,

administradores dos blogs


respectivamente, acabamos de lançar um libelo da GEOGRAFIA ANTI-MARXISTA, o 1º do país!

Prestigiem...

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segunda-feira, fevereiro 27, 2017

Ben Shapiro, ideologia de gênero e uma esquerdista bugada.

A coisa certa a fazer

"EXAME – Quais seriam essas decisões difíceis?

Ben Ross Schneider – Não quero ser leviano aqui. Há várias reformas necessárias para aumentar a eficiência da educação num país como o Brasil. Mas uma delas certamente é criar um sistema de remuneração dos professores que leve em conta o desempenho e que demita aqueles sem as condições mínimas de dar aula. O problema é que os sindicatos sempre se opõem a essa política. Por definição, eles são contra a demissão de seus associados. E, se os professores ganharem salários diferentes, ficará mais difícil para o sindicato chamar uma greve para um aumento universal de 10%. Os políticos não costumam ter a disposição de enfrentar os sindicatos quando não são pressionados."



E sabem com quem tem que se brigar, certo? Com os sindicatos. Para enfraquecê-los, o primeiro passo é acabar com o imposto sindical obrigatório.

sábado, fevereiro 25, 2017

Quando fatos não importam

Ao contrário do que se imagina, é uma tendência rejeitar a ciência. E diferentemente do que se pode dizer, não são ignorantes e iletrados que disseminam estas crenças. Se repararem bem são muitos de nossos colegas, alfabetizados e instruídos, inclusive com formação superior. A questão é que a vontade de julgar se sobrepõe a de conhecer, é comum que se opte por determinados fatos e/ou pesquisas, cujas conclusões já reverberem nossas crenças e predileções. Se 'advogado' soar anti-profissional diga torcedor, que aqui no caso dá no mesmo.
Alguns anos atrás comentei a matéria "Silêncio de Ensurdecer" de uma revista escrota, Carta Capital, cuja súmula dizia basicamente que o Aquecimento Global (Antropogênico) era um fato porque um lobbysta (da indústria armamentista) no Pentágono tentava vender um apocalipse aos generais e conselheiros de guerra (digo, Estado Maior) sugerindo... Sugerindo o catzo! Afirmando que ocorreriam vários conflitos em função de distúrbios ambientais. Óbvio que ocorreriam se e somente se... Mas aqui estamos no reino dos condicionantes e não dos fatores determinantes e tomar uma agente pra lá de interessado no caso como um pesquisador objetivo é muita ingenuidade ou mau-caratismo.
Óbvio que tive a propensão de rejeitar e a pretensão de refutar a teoria sobre o aquecimento porque me envolvi emocionalmente com o assunto, afinal se tratava de provar como o método de investigação da revista era totalmente burro. Mas no meio deste processo fui eu quem perdeu o foco e tratei o assunto maior como subsidiário de um assunto menor, uma picuinha que era a opinião política da revista. Ou seja, se a revista em questão estava tratando um assunto importante para justificar seus interesses e corroborar sua agenda política (que era acusar o caráter intrinsecamente vil e destrutivo do capitalismo através dos EUA), eu apenas refleti esta opinião como um espelho procurando desautorizar todos os argumentos da matéria, o que não foi difícil, diga-se de passagem, mas perdi o foco no problema real, a mudança climática e suas inúmeras e possíveis consequências. Anos mais tarde me toquei que há, no mínimo, dois níveis de análise, o fato que deve ser observado e analisado segundo um corpo de métodos de conhecimento e outra coisa, que é a que sempre me interessou mais, a sociologia que envolve aquela discussão, a sociologia do conhecimento. Meu erro no caso da mudança climática foi confundi-la com a sociologia que envolve os agentes que produzem e discutem o fenômeno. Como percebi meu erro?
Ahá! VENDO O ERRO NOS OUTROS! Quanto mais me aproximava do liberalismo, enquanto simpatizante da área econômica e apaixonado por sua filosofia, eu via que outros aficionados como eu não enfrentavam os problemas em si, sejam eles verdadeiros ou criados como fruto de imaginação, mas apenas minimizavam seu impacto, quando não simplesmente rejeitavam sua existência. Que há problemas que não tem a gravidade alegada ou muitas vezes sequer existiram como problemas reais é verdade, MAS ISTO NÃO SE PROVOU PREVIAMENTE! Não é antes de se testar todas as possibilidades e normalmente se rejeita quando se vê, lá na frente que os resultados para sua mitigação ou anulação foram inócuos. Eu me perguntava "por que os liberais não enfrentam o problema com soluções liberais ao invés de simplesmente rejeitá-lo?" E claro, ambientalistas ou cientistas ao ver este movimento ideológico crescente passaram, como humanos que são a também confundir as coisas vendo devotos do são liberalismo como outra horda qualquer de fanáticos. Podem ser, mas a filosofia não é...
A história é longa e não para aqui, volto depois, mas antes acesse aqui um artigo relacionado:

Cientistas descobriram o que faz as pessoas rejeitarem a ciência, e não é ignorância http://xibolete.uk/rejeitar-a-ciencia/ via @xibolet




Um encontro com a Natureza



Hoje tive uma interação próxima com a Natureza. Eu consegui senti-la muito perto de mim aguçando meus sentidos. Eu gostaria que essa fosse uma história bonita, daquelas de marejar os olhos ao percebermos nossa essência perdida na modernidade do caos urbano. Mas não foi nada disso...

Uma porra dum marimbondo entrou na minha orelha esquerda (se fosse mosca saía na mesma hora) e lutei bravamente berrando feito um doido. O lóbulo esquerdo ficou digno de um Buda e eu não conseguia levantar a cabeça mais de 270º. Quando estava indo de um canto a outro na casa procurando analgésico e antiinflamatório, pinça, o escambau, tudo para aliviar minha dor que ainda existe, diga-se de passagem, o inseto saiu e não consegui pegá-lo.
Minha orelha ficou latejando por horas e os remédios aplacaram minha dor com sono. "Isto é Esparta!", bem que poderia berrar o marimbondo, mas alguns ainda enxergam tudo como um mar de rosas. Pode até ser, mas com abelhas, vespas e marimbondos entre as flores...

Anselmo Heidrich

sábado, fevereiro 11, 2017

Brasil: total de homicídios comparados


O total dos homicídios de todos os países em AZUL se aproxima do total de homicídios no Brasil, em VERMELHO.
Ah! Sim... Bom dia.

Fonte: MapPorn

quarta-feira, fevereiro 08, 2017


Em nome do Pai, do Filho e do ES armem a população.


sexta-feira, fevereiro 03, 2017

Kamaradas!

Vou falar sobre uma parte da Esquerda brasileira:
No início dos 80, quando eu me voltei para a política, no plano meramente teórico eu via gente dizendo coisas como:
1. A Direita domina porque não tem preconceito, eles leem Marx (um dos melhores conhecedores de Marx é Delfim Netto[1]);
2. Havia muita briga interna, muita mesmo. Mais do que entre conservadores e libertários, do que entre ancaps e minarquistas, do que "bolsominions" e liberais que se vê hoje em dia... Era entre trotskystas e stalinistas (Convergência Socialista vs. PCdoB), leninistas pós-Kruchev (PCB) vs. stalinistas (PCdoB), comunistas (Marx) vs. anarquistas (Proudhon, Bakunin etc.) e todos esses ficaram de cara quando gente como Gabeira voltou falando de negros, mulheres e meio ambiente - "ah! mas você quer lutar pelas minorias?!" - refletindo as transformações da esquerda europeia (e americana), a New Left, que é o que domina hoje em dia aqui;
3. Pois bem kamaradas! A esquerda chegou ao poder e ela não teria conseguido sem os sindicatos e o que fez? Aplicou a teoria? NANANINANÃO... Ela SE ADAPTOU!
Agora sabem o que eu vejo? A mesma coisa do outro lado do espectro político, na chamada "direita" (mesmo que liberais não gostem do rótulo é assim que eles nos enxergam). E sabe o que vai acontecer quando tomarmos gradativamente o poder? Teremos que nos ADAPTAR.
AGORA, nós queremos brincar de política, de revolucionário ou queremos crescer e ser "gente grande"?
Se formos crianças vamos repetir o filme da esquerda só que defendendo a propriedade privada, talvez a única diferença; se formos adultos deveremos estudar Teorias do Estado (ao invés de fazer biquinho e dizer "estado bobo, feio, mal, não gosto do estado, buáááá") para transformá-lo paulatinamente. Isto leva décadas e deve começar pelas prefeituras, pois estas estão ao nosso alcance.
Ao invés de tentar mudar a sociedade pense em políticas voltadas ao seu bairro, ao invés de pensar no meio ambiente amazônico proponha um plano de saneamento para a cidade, ao invés de só falar no tesouro nacional te informe sobre as contas públicas do município. Daí, juntando os cacos aqui e ali teremos informação e experiência para pensar Brasília e outras instâncias.
Se não for isto, tu podes sair cantando Titãs "a gente não quer só comida, a gente quer comida, diversão e arte..." para que em 2018 venha um novo Salvador da Pátria. Daí kamaradas nós teremos muito choro, muita emoção, a bandeira nacional tremulando contra o azul profundo do céu, abraços, lágrimas, emoção... Mas toda a velha guarda estará ali, com seu melhor olhar triste treinado de político profissional pronta, prontinha para o quê? Para se ADAPTAR. E nisto reconheçamos, eles são muito bons. Fazem há décadas e continuarão fazendo se não mudarmos isto de baixo pra cima, de fora pra dentro, como qualquer sociedade que evoluiu fez.






[1] À época visto como um legítimo pensador de ‘direita’, mas não liberal, pois liberalismo mesmo era coisa entendida como ‘fracassada’. Ser de ‘direita’ era, simplesmente, ser anti-socialista e isto compreendia tudo, desde o pró-americano ao defensor de ditaduras militares etc.